quinta, 21 de agosto de 2014


Qua, 18 de Janeiro de 2012 18:17

Vereador Denilson Pires é denunciado por desvio de R$ 8,1 milhões em Sindicato


O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), denunciou à Justiça estadual seis pessoas por formação de quadrilha, acusadas de desviar R$ 8,1 milhões do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) entre 2006 e 2010. Um dos acusados é o vereador de Curitiba, Denilson Pires da Silva (DEM), que foi presidente do sindicato por 12 anos. Ao todo, nove pessoas são acusadas pelo MP, cinco delas por falso testemunho.

Segundo a denúncia, ex-diretores e funcionários do Sindimoc organizaram-se para desviar dinheiro do sindicato. Uma auditoria realizada pelos promotores comprovaria a retirada ilegal de dinheiro arrecadado junto aos trabalhadores do transporte coletivo de Curitiba e região. Para o Gaeco, o grupo teria usado o dinheiro para “despesas com manutenção e abastecimento de veículos particulares, em lojas de conveniência - com notas fiscais inexistentes -, assessoria jurídica, cirurgia particular, despesas com alimentação (sem comprovação), pagamentos de contas pessoais e adiantamentos, além da não contabilização de receitas”, diz uma nota da assessoria de imprensa divulgada nesta quarta-feira (18).

Para os promotores, os desvios de dinheiro aconteceram até agosto de 2010, quando Denílson Pires da Silva, Valdenir Dielle Dias, Valdecir Bolete e Márcio Ramos foram presos durante a operação Waterfront, do Gaeco, sobre o caso. Na época, eles chegaram a ficar cinco dias detidos enquanto durou o pedido de prisão temporária.

O vereador, o advogado do Sindimoc, Valdenir Dielle Dias, o ex-diretor financeiro, Valdecir Bolete, a então tesoureira, Ana Ilibia Grein, o funcionário da sede social, Marcio Ramos, e o primeiro secretário e diretor, João Carlos da Rosa, foram acusados de formação de quadrilha. Os quatro primeiros também deverão responder por peculato. Marcio Ramos e João Carlos da Rosa, além de Pedro Paulo de Macedo da Costa Lino - que era chefe de gabinete de Denílson Pires da Silva -, Nereide de Fátima Butinhoni, assessora do ex-presidente, e o cartorário Denis Kadri Jorge foram denunciados por falso testemunho.



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